Chame as pessoas pelo nome

O som mais doce que as pessoas gostam de ouvir é o seu próprio nome! Portanto, chame as pessoas pelo nome. No processo de atendimento ao cliente é preciso evitar as expressões: “Ei”, “Florzinha”, “Amor”, dentre tantas outras expressões que soam como uma intimidade que não se foi dada pelo interlocutor.

Pronomes de tratamento como: “O senhor”, “A senhora”, “Você”, são mais usados em um primeiro contato com o cliente e ainda não se sabe o nome.

Como saber o nome do cliente?

Simples: perguntando! “Qual o nome da senhora, por favor?”. É um gesto elegante no atendimento. É esmero e atenção. Caso você precise preencher uma ficha cadastral do cliente, pergunte: “Qual o seu nome completo?” ou “Qual o seu nome e sobrenome? Nunca diga: “O seu nome é José do que?”. Horrível as formas de atendimento que percebemos nas empresas que somos atendidos.

Como disse Dale Carnegie: “Devemos atentar para a mágica que existe num nome da pessoa e compreender que esse singular elemento pertence exclusivamente à pessoa com quem estamos lidando e ninguém mais. O nome destaca a singularidade do indivíduo, tornando-o único entre na multidão”.

Portanto, chame as pessoas pelo seu nome. O processo de memorização de nomes pode ser mais fácil para uns e mais complicado para outras pessoas; Mas, com esforço e boa educação é possível. Uma dica é memorizar o nome da pessoa escrevendo o nome dela.

Então, não esqueça: “o nome de uma pessoa é para ela o som mais doce e mais importante que existe em qualquer idioma”

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